Odemira na Europa II – Creating Opportunities

A aventura continua!

Ao primeiro projecto de Serviço Voluntário Europeu – envolvendo diferentes entidades activas no território de Odemira – sucede agora a segunda experiência. Mais seis jovens voluntários virão desenvolver actividades junto do Município de Odemira, Sociedade Recreativa S. Teotoniense, Rota Vicentina, GAIA Alentejo (São Luís) e Copa da Vida (Colos).

Em Setembro cá estamos nós, em São Luís, a preparar a chegada dos voluntários, que estarão connosco de Novembro 2017 a Novembro 2018.

Até já!

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Aitäh!

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My great adventure of European Voluntary Service is over and it is time to pull together all loose ends, print in memory all the valuable moments I shared and experiences I had during one year abroad in Portugal.

Our project „Odemira na Europa“ was special in many ways. Firstly, it was a first bigger project of EVS in that region, meaning all the hosting organisations, who came together to offer us, volunteers, a great learning experience, had, I might say, even greater experience themselves. It was new to us all, but as we were all in this together, we had the opportunity to support eachother in the unknowingness and turn it into something meaningful to us all.Secondly, although I was living and working alone in my village, there were 5 other volunteers around whom we had the same path to follow and one binding project. Meaning that I was able to experience the EVS in both angles – working alone and working together. I learned a valuable lesson in collaboration as a key-element in region, where there are not so many opportunities. Continuar a ler

O que há depois do SVE?

O que há depois do SVE?

Há cerca de dois meses que acabou o meu SVE, e é agora que começo a perceber tudo aquilo de que falavam os que já tinham desfrutado desta experiência.

Antes de embarcar nesta aventura procurei testemunhos que falavam do SVE, da sua experiência e de como muda a vida depois desse ano. Li muitos blogs, vi muitos vídeos no youtube, e pensei que nada poderia correr mal. Já estava habituada a mudar de país e de ambiente. Tive claro, desde o início, que nem todos os momentos seriam cor de rosa, mas tudo aquilo que aparecesse como um problema no caminho deveria dar-lhe a volta para ser uma aprendizagem no final.

Também tive duas coisas muito claras antes de ir para Odemira, a primeira foi DESFRUTAR, desfrutar de tudo o que podemos aprender num país e numa cultura diferentes: língua, costumes, viagens, pessoas, etc. E a segunda foi adquirir experiência na área que realmente gosto num âmbito não-formal. E na minha opinião, desenvolver todas estas competências profissionais duma forma mais relaxada é benéfico. Temos a oportunidade de ser mais independentes do que somos numa empresa onde o nosso objetivo é executar as ordens dum chefe, de ser mais criativos e proativos, porque  o valor do SVE reside em deixar que cada voluntário consiga desenvolver as suas competências e acompanhá-lo no caminho. É certo que nem sempre é assim, mas posso dizer que sou uma das afortunadas que desde o início contou com esse apoio no país de destino. As minhas propostas foram sempre aceites e acompanhadas para o sucesso. Continuar a ler

Hoje fui à minha primeira aula de sueco

Hoje fui à minha primeira aula de sueco

Já passaram dois meses e meio desde que voltei de Växjö, e tanto aconteceu desde então.

Mudei-me para o Porto, onde comecei a tirar um mestrado na faculdade de Belas-Artes, arranjei o meu primeiro emprego a sério (no qual posso ser a única pessoa sem fato e com cabelo comprido). No meio de tudo isto, dei por mim praticamente sem tempo nenhum para fazer quase nada que não estudar e trabalhar, e, no entanto, lá estava eu hoje, às 8 da noite a atravessar uma rotunda da Boavista chuvosa, carregado com 3 livros gigantes que o meu professor me tinha emprestado e meio assustado porque parecia estar a ser perseguido por um estranho – afinal não era nenhum assaltante, e aproveitei para perguntar a este rapaz espanhol se sabia qual era o caminho para a Faculdade de Letras.
Com uma noção mais ou menos precisa do caminho, lá fui eu na direcção que ele me apontou, esperando ter a minha primeira aula de Sueco, língua que não parei de estudar desde que voltei.

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Odemira na Estónia – Serviço Voluntário Europeu

Odemira na Estónia – Serviço Voluntário Europeu

O projeto “Odemira na Europa” soma e segue.

Aqui fica mais um pequeno relato da experiência que 2 jovens odemirenses, estão a ter, tão só, na Estónia.

Sobre a nossa experiência no workcamp de Pilistvere temos a dizer que os dias de trabalho são de cinco a seis horas no máximo, os trabalhos que nos propõem fazer são relacionados com a reabilitação de espaços interiores, como armazéns ou casas, acondicionamento de tábuas e madeiras em geral, bem como de tijolos ou outros materiais de construção.

Nos tempos livres temos à disposição 2 saunas, um lago, canoas, uma pequena praia à beira do lago, onde jogamos voleyball e vários sítios para descansar e conviver.

A comida é muito boa e sempre acompanhada de vegetais.

O clima é inconstante, variando entre sol e chuva, às vezes numa questão de minutos.

As pessoas locais e do workcamp são espetaculares, amigáveis, e dão-nos apoio em tudo o que for preciso.

Fiquem com esta foto para perceberem onde nos encontramos.

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Quem sabe tu não és o próximo a ir também, numa experiência de serviço voluntário europeu?

A tua experiência e a tua história contam!

Ser jovem é…

Ser jovem é…

Se calhar hoje é um bom dia para abordar o tema da juventude. Como é ser jovem num contexto de instabilidade económica, social e política, num momento onde a participação ativa dos jovens está a diminuir e onde o sentimento de desânimo é geral?

Nós, jovens, temos uma virtude. Temos a energia, o estímulo para tomar desafios, criar, empreender e arriscar. Podemos dizer que é este o nosso lema: “agora ou nunca”. É certo, é o momento de arriscar e experimentar, mas também é certo que muitas vezes, além do espírito aventureiro, somos “obrigados a experimentar” devido à falta de oportunidades nos nossos países. Continuar a ler